
A Justiça de Rivera sentenciou nesta sexta-feira Anderson Isaías Sosa Escotto, de 20 anos, pelo brutal assassinato de Bárbara Prieto, ocorrido em abril de 2024. O criminoso recebeu a pena máxima prevista no ordenamento jurídico uruguaio: 30 anos de prisão, seguidos por medidas de segurança que variam entre 5 e 15 anos.
O crime chocou a cidade de Rivera pela sua crueldade. Anderson atacou Bárbara com uma faca, levando-a a um local isolado, onde a violentou e esfaqueou diversas vezes. Na época do homicídio, ele cumpria uma condenação por furto em regime de liberdade condicional.
A fiscal do caso, Alejandra Domínguez, havia solicitado a pena mais severa possível para o acusado, enquadrando o crime como homicídio muito especialmente agravado. Os agravantes incluíram a extrema violência do ataque e o fato de ter sido cometido contra uma mulher por motivação de ódio, desprezo ou menosprezo por sua condição.
Com essa condenação, a Justiça uruguaia reafirma a gravidade dos crimes de gênero e a necessidade de punição exemplar para casos de tamanha brutalidade.









