
Na manhã desta terça-feira (16), a Polícia Civil deflagrou a Operação FALSO GRAU em uma ação coordenada pela 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (1ª DECOR) e pela Divisão Estadual de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCCOR). Sob a liderança do Diretor Cassiano Cabral e do Delegado Max Otto Ritter, a operação teve como objetivo desmantelar um esquema de fraude envolvendo um servidor público do município de Canoas.
A investigação, que durou mais de quatro meses, revelou que o servidor usou um diploma falso para obter uma função gratificada e vantagens financeiras indevidas no CANOASPREV, o fundo de previdência municipal. O diploma, supostamente emitido por uma instituição de ensino do Rio de Janeiro, foi utilizado para justificar um cargo que exigia um curso superior legítimo.
Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Canoas e Porto Alegre. A ação resultou na apreensão de dois veículos e no bloqueio de contas bancárias ligadas ao suspeito. Além disso, os investigadores impuseram restrições à venda dos veículos apreendidos e bloquearam contas bancárias associadas ao esquema fraudulento.


O Delegado Max Otto Ritter explicou que os prejuízos causados pelo servidor ao CANOASPREV somam aproximadamente R$ 390.000,00. “A fraude foi elaborada de forma sofisticada e envolveu documentos falsificados para a obtenção de benefícios financeiros”, afirmou o delegado.
A Operação FALSO GRAU marca um passo significativo no combate à corrupção e à fraude no setor público, reforçando o compromisso das autoridades com a justiça e a integridade na administração pública.
A investigação continua para identificar possíveis cúmplices e aprofundar os desdobramentos do caso.








