
Neste domingo, 30 de junho, o Uruguai realizará suas eleições internas partidárias, um passo fundamental para definir os candidatos que disputarão as eleições presidenciais em 27 de outubro. As primárias abertas permitirão aos eleitores escolherem seus representantes entre diversas opções políticas.
A participação nas primárias é opcional, embora em 2019 tenha alcançado cerca de 40% do eleitorado. A eleição presidencial exigirá que um candidato obtenha mais de 50% dos votos para vencer no primeiro turno; caso contrário, haverá um segundo turno entre os dois mais votados, marcado para 24 de novembro.
Além da presidência, os uruguaios também renovarão totalmente suas câmaras legislativas. É importante destacar que não há reeleição consecutiva para presidente no Uruguai.
No campo partidário, no Partido Nacional (PN), atualmente no poder, Álvaro Delgado é visto como favorito para se tornar o candidato oficial, prometendo continuidade à atual gestão liderada por Luis Alberto Lacalle Pou. Enquanto isso, na Frente Ampla (FA), as atenções se voltam para a disputa interna entre Yamandú Orsi e Carolina Cosse, ambos com trajetórias significativas em seus respectivos cargos públicos.
O cenário político é marcado por desafios econômicos, problemas de segurança, narcotráfico e questões de corrupção, que têm preocupado a sociedade uruguaia. Esses temas prometem ser centrais na campanha eleitoral à medida que o país se aproxima das eleições.
As pesquisas de opinião recentes indicam um cenário competitivo, com diferentes partidos buscando consolidar suas bases eleitorais. Os resultados das primárias deste domingo serão cruciais para definir o panorama eleitoral e os rumos futuros do Uruguai.






